2009-07-31

Acampamento Nacional da Ecolojovem – “Os Verdes”

O Acampamento Nacional da Ecolojovem – “Os Verdes” já está marcado e contamos contigo!

Vai ser a 28, 29 e 30 de Agosto em Bragança, no Parque Natural de Montesinho.

Este ano o tema é “Porque aqui também há vida”.

A Ecolojovem defende que tem que se investir em todas as regiões e não só nos grandes centros urbanos e, só assim, os jovens podem viver na sua região com a qualidade de vida e os Direitos a que têm direito!

Junta-te a nós nesta acção de convívio e boa disposição, de troca de ideias e de experiências.

Tendo em conta as despesas associadas a esta iniciativa o contributo é de 20€ por participante, que incluem a estadia e almoço e jantar de Sábado.

Inscreve-te quanto antes para organizarmos algumas questões de logística.

Contacta-nos para te inscreveres ou para mais informações:

Ecolojovem - "Os Verdes"

Rua da Boavista, Nº 83 - 3º Dto 1200-066 Lisboa

Tel: 213 960 308 / 213 960 291

Telemóvel: 91 961 55 08 / 96 564 73 13 / 93 410 67 21

E-mail: ecolojovem@osverdes.pt Site: www.osverdes.pt

Contamos contigo e podes trazer amigos!


Programa


28 de Agosto (Sexta-Feira)

- Pintura de Faixa

- Jantar

- Jogo

29 de Agosto (Sábado)

- Contacto com população/distribuição de documentos

- Pic-nic

- Actividades Livres/Praia fluvial

- Jantar

- Tertúlia “Vinhas viver para o interior?” com Manuela Cunha, dirigente de “Os Verdes” e cabeça de lista à Assembleia da República pelo Distrito de Bragança.

30 de Agosto (Domingo)

- Percurso pedestre no Parque Natural do Montesinho

- Almoço

Localização do Parque de Campismo de Bragança (INATEL)




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2009-07-23

CDU/ Matosinhos: Mesa Redonda sobre Ambiente, Urbanismo e Qualidade de Vida

2009-05-27

A MEDIDA MAIS DISPARATADA DE COMBATE À CRISE

por Heloísa Apolónia

Na semana passada foi discutida na AR uma Proposta do Governo que visa alterar o regime das contra-ordenações ambientais, diminuindo o valor das coimas, diminuições que em muitos casos vão aos 50% e noutros até ultrapassam os 80%.

A primeira questão que nos deve ocorrer de imediato é, evidentemente, a de saber o que terá motivado o Governo a fazer esta opção. É o próprio comunicado do Conselho de Ministros que nos dá esta resposta: esta proposta visa garantir “um carácter mais adequado ao quadro sócio-económico do país”. Ou seja, é uma medida anti-crise do Governo! A mais disparatada de todas as medidas anti-crise que o Governo tem anunciado.

O que o Governo está francamente a dizer ao país é o seguinte: estamos em crise, a defesa do ambiente só traz custos e não é determinante para o desenvolvimento, violem lá as leis ambientais, que não faz mal, porque nós até ajudamos e diminuímos substancialmente as sanções a que ficam sujeitos. É o convite expresso do Governo à violação das normas ambientais!

Indignada, coloquei esta questão no último debate quinzenal com o 1º Ministro. Eis senão quando Sócrates afirma que esta medida também serve para aliviar os Tribunais, porque assim, com coimas mais baixas, as pessoas já não impugnam as coimas! Isto é a demência total da política e dos valores ambientais e do desenvolvimento!

A política de ambiente deste país está toda baralhada, só serve para gerar negócio para os privados e nada mais! Sinceramente, alguém acredita que através desta alteração do regime das contra-ordenações ambientais é que se vai garantir a sobrevivência das pessoas e das empresas? O Governo aumenta impostos, precariza o trabalho, quer salários baixos, não garante que os apoios às empresas lhes chegam de facto e depois apresenta estes fingimentos de ajuda! Então isto não é gozar com o país?

Se o Governo não quer prejudicar as pessoas e os agentes económicos que não actuam ainda de acordo com as normas ambientais, então o que deve é ajudá-los ao financiamento de estruturas e equipamentos para a garantia do cumprimento dos padrões ambientais adequados, e nunca fomentá-los a continuar a ser prevaricadores do ambiente e da saúde pública.

Mas há mais, o Governo ainda cria o regime especial dos arrependidos. Ou seja, quem tiver cometido uma infracção ambiental e manifeste arrependimento e intenção de não voltar a repetir a asneira, ainda tem outro bónus de redução da coima.

No fundo o Governo está a penalizar todas as pessoas e todas as pequenas e médias empresas que, algumas das quais muito esforço, fizeram investimentos na melhoria dos seus comportamentos ambientais. Isto é por de mais intolerável! Isto é dar um sinal completamente contrário às boas práticas ambientais, de garantia da saúde pública e de promoção de um verdadeiro desenvolvimento.

Resta ainda dizer que este regime das contra-ordenações ambientais em vigor foi aprovado por esta maioria neste mandato. Foi uma daquelas medidas anunciadas, ao bom jeito de propaganda do PS, no dia 5 de Julho, dia mundial do ambiente, de 2005, num Conselho de Ministros todo direccionado para o ambiente. Agora, em final de mandato, revogam o regime desta forma vergonhosa! Os objectivos estão à vista!

«Os Verdes» já tinham denunciado esta questão no Parlamento e apelaram a todas as bancadas para chumbarmos esta proposta do Governo. Todos aceitaram expressamente o desafio dos Verdes... só o PS se manteve calado. Na semana passada, o PS foi obrigado a pronunciar-se. Adivinham qual foi o sentido da sua intervenção? Isso mesmo: a subserviência a Sócrates!


Esta crónica foi originalmente publicada em:
Setúbal na Rede, em 26 de Maio de 2009

2009-04-20

Tempo de Antena


Amanhã, dia 21 de Abril, irá para o ar o Tempo de Antena de "Os Verdes", com os nossos candidatos ao Parlamento Europeu, antes do Telejornal, pelas 19.30h, na RTP1.

Não percas!

2009-04-18

Matosinhos

19 de Abril - Domingo, 11 horas
[Clique na imagem para ampliar]
Apresentação Pública do
Primeiro Candidato à Assembleia Municipal e do
Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Matosinhos
Café Concerto do Cine-Teatro Constantino Nery

2009-04-17

MARCHA DE PROTESTO, CONFIANÇA E LUTA!

PARTICIPA
MARCHA DE PROTESTO, CONFIANÇA E LUTA!


Nova Políticas - Uma vida melhor!
Lisboa, 23 de Maio 2009 (Sábado)


A CDU organiza no próximo dia 23 de Maio (Sábado) uma Marcha com o lema "Marcha - Protesto, Confiança e Luta! Nova Política - Uma vida melhor!" que terá início às 15h00, na Praça do Saldanha e terminará com um comício no Marquês de Pombal (Lisboa). Esta Marcha de protesto e indignação pretende ser também um momento de forte afirmação da CDU na confiança e na luta por uma vida melhor.
Os Colectivos Regionais do Porto, Braga, Aveiro e Coimbra do Partido Ecologista "Os Verdes" estão a organizar o transporte de camioneta, para todos aqueles que queiram participar nesta Marcha (Inscrição: osverdesnorte@gmail.com; telefone: 22 208 12 02).


A tua presença é importante!
Participa e Divulga! Traz outro Amigo Também!

Encontro Regional CDU

Intervenção de José Pinto – membro do Concelho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”

no Encontro Regional da CDU / Porto
realizado na Junta de Freguesia do Bonfim, no dia 4 de Abril de 2009


Boa tarde a todos,


Em primeiro lugar, permitam-me que vos saúde, em nome do Partido Ecologista “Os Verdes”, estendendo esta saudação a todos os membros do Partido Comunista Português, da Intervenção Democrática e a todos os independentes que assim compõem a CDU.

A Coligação Democrática Unitária, onde a partilha dos ideais, princípios e valores de Abril nos guiam e impelem a fazer, cada dia, mais e melhor pelo nosso país e pelo povo português, é constituída por diferentes pessoas e forças políticas, que no respeito pela autonomia e identidade de cada uma, agregam esforços em conjunto para alargar, consolidar e reforçar a acção deste projecto que deseja e luta pela construção de uma sociedade melhor, com direitos, mais justa, fraterna e democrática.

Companheiros e Amigos,

No plano local, a intervenção de “Os Verdes” é cada vez mais reconhecida e enaltecida pelas populações. Através da apresentação de propostas nos órgãos onde temos eleitos, denunciando injustiças sociais ou situações de crimes ambientais. Através de reuniões ou de audiências com os munícipes e Associações, temos procurado a aproximação de eleitos e eleitores.
O nosso trabalho na região do grande Porto tem sido preenchido com questões nas mais diversas áreas e aos diferentes níveis da nossa intervenção política.

Ao nível da Assembleia da Republica e através do nossos dois Deputados, questionamos o Governo sobre:
- a linha amarela do metro junto ao Hospital de S. João, a urgência do seu enterramento e dos problemas de segurança e de transito que ali se criaram, - a tão adiada ligação da linha do Metro do Porto à Trofa;
- o programa de minimização de riscos ligados à toxicodependência;
- o encerramento da Escola Básica do Aleixo,
- o mau funcionamento da ETAR de Paredes;
- os problemas de atendimento dos utentes do Hospital de Vila Nova de Gaia e a urgência da construção do novo Hospital,
- as deficientes instalações da Esquadra da PSP de Francos;
- os acidentes e as descargas poluentes que ocorreram na refinaria de Leça da Palmeira;
- o futuro da Suldouro e do Aterro Sanitário de Sermonde, bem como sobre o destino dos Resíduos Industriais Banais (RIB) de Vila Nova de Gaia e Santa Maria da Feira;
- a monitorização da qualidade do ar no Porto;
- a abertura da Linha do Douro de Pocinho a Barca d’Alva;

Participamos ao nível local no movimento que se gerou contra a privatização da Quinta da Conceição, em Leça da Palmeira, que o actual executivo Camarário de Matosinhos pretendia levar a cabo; interviemos nomeadamente na Junta de Freguesia de Paranhos e em nome da CDU, na defesa e dinamização da Quinta do Covelo; estivemos contra o concurso de reconversão e exploração do Bolhão e a privatização do Rivoli.
Visitamos e ouvimos o moradores do Bairro do Aleixo, de Vila D’Este em Vila Nova de Gaia, estivemos com os moradores da escarpa da Serra do Pilar e alertamos para a grave situação de insegurança e a falta de infra-estruturas de apoio a que estão sujeitos.

Denunciamos o incumprimento do PDM de Vila Nova de Gaia em relação ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira e exigimos a requalificação da ribeira de Francelos, visitamos e tomamos posição sobre a localização da futura plataforma logística da Maia e Trofa.

Assumimos várias posições publicas entre as quais sobre:
- a política de mobilidade e de transportes do Porto, em particular sobre o Metro e a necessidade de se alterarem os tarifários e o sistema de zonamento do Metro do Porto;
- a política de criação da “lei da rolha” no Município do Porto, com o fim da atribuição dos subsídios camarários e a imposição a todos aqueles que fossem subsidiados pela Câmara de não criticarem o município;
- o vergonhoso Regulamento Municipal sobre Informação e Propaganda Política que mais não é do que a tentativa de restringir e coibir a liberdade de intervenção política dos partidos.

Realizamos encontros com os Movimentos dos Utentes dos Transportes Públicos da área metropolitana, com a Plataforma de Intervenção Cívica do Porto, a Comissão de Trabalhadores da Petrogal, vários Sindicatos e grupos de moradores.
Levamos a cabo no Porto o Fórum Internacional em Defesa do Transporte Ferroviário Convencional, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação e foi também do Porto que partiu a caravana da iniciativa “Pelo Comboio é que vamos”.
Mas também estivemos em Escolas Secundárias, de todos os Concelhos da Região do Grande Porto, com a Campanha Stop às Alterações Climáticas, iniciativa de carácter nacional através da qual alertamos os jovens para os fenómenos do aquecimento global e procurando-os sensibilizar para a necessidade de travar esta ameaça.

No âmbito da discussão do Orçamento de Estado e ao longo dos últimos anos, “Os Verdes” apresentaram propostas de alteração ao PIDDAC, no sentido de contrariar a política de desinvestimento e as prioridades nele definidas, sempre na defesa de um desenvolvimento cabal e sustentado desta região e a melhoria das condições de vida da sua população.

É por isso que nos indignamos e denunciamos, a política de desinvestimento a que esta região foi votada ao longo do mandato do Governo Socialista, quando hoje somente 8,7% do PIDDAC nacional corresponde ao investimento previsto para o Distrito do Porto, enquanto em 2005 representava quase 18%.


Companheiros e amigos,

É já hoje lugar comum dizer-se que são tempos difíceis estes que atravessamos, tempos de crise. Os portugueses sentem-se, mais do que descontentes ou desanimados, verdadeiramente descrentes. Esta situação, convém lembrar, não foi resultado de nenhuma catástrofe natural ou fatalidade do destino. Ela é consequência, desde logo, das desastrosas políticas de direita que nos têm sido impostas nos últimos anos, por governos do PSD e do PS, ora sozinhos, ora aliados um com o outro ou ainda com o CDS-PP. Sim a crise já cá morava, antes mesmo da chegada crise internacional.

Pois, neste clima de dificuldades e desânimo, o que faz falta é avisar as pessoas, é levar uma mensagem de esperança e dizer que o país não está fatalmente condenado a esta bipolarização. Não pode estar, quando existe, de facto, alternativa. Uma alternativa real, credível.

A única que ao longo de todos estes anos quis e soube, estar ao lado das populações a quem nunca virou a cara, independentemente dos votos ou do impacto sobre os media que pudesse vir a ter.
A única que dá garantias porque assume compromissos e sabe honrá-los. Essa alternativa é a CDU.

É fundamental votar CDU, porque só com o reforço da CDU, com mais votos e mais eleitos, podemos garantir que o país vai de facto virar à esquerda, rompendo assim com as políticas de direita:
- das privatizações e do esvaziamento do sector público em áreas tão importantes como a saúde e a educação, da flexibilização e da precarização das relações laborais;
- interrompendo o aumento da pobreza, desemprego e exclusão social,
- alterando a lógica de crescimento desordenado e insustentável, do agravamento das assimetrias regionais, de delapidação dos nossos recursos naturais e endógenos numa lógica capitalista de lucro e desperdício, em que a Natureza e as pessoas são meros acessórios descartáveis.


O Partido Ecologista “Os Verdes” reafirma hoje, neste Encontro Regional da CDU, o seu compromisso, o seu empenho, a sua força e a enorme vontade de participar e continuar a construir juntos uma verdadeira alternativa de esquerda às opções políticas de direita e a ajudar a construir a mudança necessária.

Viva a Coligação Democrática Unitária !

Para uma vida melhor!


Uma Europa para todos